Lançar um livro pode não ser a motivação inicial de quem opta por escrever uma fanfiction, ficção criada por fãs que usam sua imaginação para inventar outras histórias para seus personagens preferidos. Entretanto, muitos autores após entrarem no mundo da escrita passam a nutrir esse sonho, de publicar livros e alcançar seu próprio público.

Logo após começar a assistir a série Once Upon a Time também me rendi a esse universo, e passei a escrever, e posso dizer que foi a partir daí que minha relação com a escrita mudou completamente. Nessa época já tinha o blog, na época com outro nome, onde já postava alguns textos, no entanto foi a partir do meu contato com o mundo das fanfics que passei a ter mais confiança em tudo que escrevia, e por causa disso fiquei entre os 30 autores selecionados de uma antologia organizada pela Cesgranrio que homenageava o centenário de Vinícius de Moraes.

Mas, Mirella, por que está entrando nesse assunto agora? Estamos vivenciando um momento em que muitos livros que são lançados hoje eram originalmente uma fic, daquelas que você acompanhava ansiosamente capítulo por capítulo e sempre ansiava desesperadamente por atualização.

Até que os primeiros livros de fanfiction Swan Queen, ship de Once Upon a Time, foram lançados fora do país, como Popcorn Love e Flight SQA016, por exemplo. Acredito que após esses lançamentos, mostraram a todos nós, que sim, tínhamos as motivações necessárias para lançar nossos livros.

Enquanto não lanço o meu livro, no qual estou passando por uma reformulação, melhorando vários aspectos nele, estou prestigiando minhas amigas que conseguiram lançar. Comprei o meu exemplar e tratei de adquirir um também para fazer sorteio, afinal devemos fomentar a literatura LGBT e seus ótimos autores.



Então é isso, estarei fazendo o sorteio pelo Instagram do blog, entrem lá no MINHA VIDA EM QUATRO ATOS e estejam atentos a todas as regras para participarem.

Boa sorte a todos e vamos lá!


Nesta segunda-feira fui à cidade vizinha buscar meu passaporte, entretanto como cheguei mais cedo do que o necessário, então fui com minha mãe dar uma volta pelo shopping, e como resultado, fiz minhas primeiras compras do ano.

Antes de mostrar o que comprei vou mostrar algumas roupas que vi na loja que me chamaram atenção, confesso que meu lado elegante falou bem alto, uma roupa mais linda que a outra.


 Como a gente pode ver, o poá voltou a tendência, e tinha várias roupas no estilo, essas me chamaram atenção por parecerem ser bastante confortáveis.


O macacão com listras também está em alta, deixando o visual chique, podendo ser combinados com vários acessórios. E por último também fiquei encantada pela calça, parece vestir super bem.

No momento estou numa fase que está curtindo usar t-shirts com frases, e a Renner está com uma coleção bem legal, engraçada e espirituosa. Comprei algumas para usar no dia-a-dia, algumas comprei por R$19,90, estavam com um preço ótimo.








E aí o que acharam das escolhas? Também curtem essas estampas com frases engraçadas? 




Dia 23: Filme sessão da tarde 

A esta altura do campeonato, com este desafio se encaminhando para sua reta final as escolhas vão se afunilando, o que é normal, principalmente quando vários filmes dos quais já resenhei se encaixam em várias categorias. Confesso que precisei entrar numa lista com vários filmes que já passaram na sessão da tarde, quis fazer essa escolha com base no primeiro filme que me chamasse atenção.

E foi assim que me senti quando me deparei com “Fluke, Lembranças de outra vida”. O filme de 1995 que já passou várias vezes na sessão da tarde conta a história de Thomas, um homem obcecado por trabalhar que morre em um acidente de carro e volta à vida no corpo de um cachorro, e ele procura por sua esposa e filho para protegê-los de quem causou o seu próprio acidente.

Era criança quando assisti Fluke, entretanto sempre me recordo das cenas. Vira e mexe penso sobre as mensagens e ensinamentos do filme, principalmente do amor que foi maior que a vida, e no qual o personagem pode reparar erros que havia cometido, em sua maior parte por causa de seu vício no trabalho. 

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Dia 22: Morte chocante 

Eu sei que estou alguns dias atrasada em relação as postagens, entretanto seguirei o desafio até o final. Talvez eu não escreva tanto como fiz com os outros filmes, para assim conseguir finalizar tudo até o dia 30.

Escolher uma morte chocante foi difícil, me recordei de várias cenas com a temática, só que ainda não me parecia a escolha correta, faltava nelas alguma coisa que realmente me chocasse. Depois de muito ponderar optei pela escolha de “Os Outros”, filme de 2001 estrelado por Nicole Kidman.

A trama acompanhava Grace, que aguardava o marido voltar da guerra na companhia de seus filhos, enquanto tinha que lidar com estranhos acontecimentos que aconteciam ao seu redor.

O impacto das descobertas que Grace fez ao seu redor levaram a uma descoberta surpreendente, algo que provavelmente a maioria das pessoas nunca imaginaria. 

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Dia 21: Filme que decorou todas as falas 

Tem tantos filmes que assisti tantas vezes ao ponto de decorar algumas falas, a questão era: qual deles escolher? Que detalhe faria eu optar por determinado título? Confesso que decidi quase agora na hora de escrever por “Tudo que uma garota quer”.

Além de ser um filme que assistia sempre em minha adolescência, ultimamente ele se tornou meu filme de conforto, aquele que sempre coloco antes de dormir, que me ajudou em meio a algumas crises de ansiedade. Já perdi as contas de quantas vezes ele me acalmou durantes as noites mais complicadas, seria injusto falar sobre qualquer outro filme.

Daphne é uma jovem de dezessete anos que nunca conheceu o pai, o Lorde inglês Henry Dashwood, não querendo optar no momento por iniciar uma faculdade ela resolve largar tudo e ir para Inglaterra finalmente conhecer o pai que tanto sonhava conhecer.

É um filme bem leve, por este motivo que sempre deixo a vista para quando preciso de algo que me distraia. Vale a pena assistir. 

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Dia 20: Melhor trilha sonora

Minha maior dificuldade de escrever sobre a melhor trilha sonora foi o fato de eu não ter assistido ao filme até hoje. Bem, vou explicar como isso aconteceu. Durante as aulas de consciência e expressão corporal a professora colocava durante todas as aulas a trilha de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” e eu fui me apaixonando por todas as músicas, em sua maior parte instrumental. Inclusive algumas cenas de Contato (minha fanfiction Swan Queen) foram escritas enquanto escutava o instrumental do filme.

Agora para o desafio, e sobre a importância pessoal desse dia para mim, finalmente assisti, e posso reforçar ainda mais o quanto a trilha é fenomenal, ela combina muito com a atmosfera do filme.

É complicado falar sobre minhas impressões, porque na minha opinião se trata de uma obra com diversos significados, onde cada pessoa o interpreta de uma forma, achei interessante a forma como ele ressalta as excentricidades dos personagens para nos mostrar que todos nós somos assim, possuímos algumas manias que alguém de fora pode achar estranho, mas nós somos formados por conjuntos dessas características.

O ponto de partida do filme é quando Amélie acha uma caixa de recordações de uma criança que havia morado em sua casa quarenta anos antes, ela resolve procurar essa pessoa para devolver essas lembranças na esperança que poderia ajudar de alguma forma. Acredito que com esse gesto a personagem embarcou numa jornada de autodescoberta, é interessante irmos descobrindo junto com ela cada um dos detalhes, e vermos a evolução dela como pessoa.

Outra passagem que me chamou atenção foram as cenas dela com o vizinho, que era pintor e tinha a doença dos ossos de vidro, ali junto com aquele senhor era onde ela mais se mostrava aberta a mostrar seus sentimentos, e ela fazia isso através da pintura que o velho trabalhava, através da imagem de uma jovem enigmática, é onde vemos que ela tem dificuldades de falar sobre si mesma, mas que ali através daquela imagem ela consegue colocar seus sentimentos para fora, inclusive sobre a descoberta do amor. 

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Dia 19: Melhor Adaptação

Pensar em uma adaptação que tenha me marcado não foi tão difícil quanto eu esperava. Minha história com “O Diário da Princesa” é longa e tem para mim um significado bem especial, são as coisas simples da vida que levaremos para sempre em nossas memórias. Lembro como se fosse hoje quando meu pai alugou o filme no paperview da sky para eu assistir com meus primos. A partir daí foi paixão à primeira vista, sempre que posso assisto para relembrar as cenas que me encantaram logo de cara.

Quando assisti “O Diário da Princesa” pela primeira vez eu nem fazia ideia que tinha uma série de livros na qual o filme havia se baseado, tanto que um dia quando fui ao sebo procurar livros para comprar achei vendo o primeiro livro da série por cinco reais.

Apesar de ter algumas coisas diferentes na adaptação, e acredito que nenhum filme baseado em livro escape disso, o roteiro captou a essência presente nos livros, tornando a versão cinematográfica tão apaixonante quanto a obra escrita por Meg Cabot, além claro da escolha muito acertada do elenco, com destaque para Anne Hathaway e Julie Andrews nos papéis principais.

A história de Mia Thermopolis, uma jovem de quinze anos que descobre ser herdeira do trono de Genóvia continua encantando a todos, conquistando um lugar especial em nossos corações.

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